15.1.15

Era capaz de ver-te sorrir durante toda a vida. Sossegados, num encanto tão ingénuo e genuíno, aquela sensação de conforto só de olhar para alguém e me sentir em casa. Vejo-te olhar para mim e sorrio. Tu sabes, inclino ligeiramente a cabeça e os meus lábios perdem a curvatura que tanto gostas, aquele apontamento que nunca outra pessoa reparou em mim, apenas tu, que me elogiaste com esse pequeno brinde que nem eu nunca havia reparado quando pela primeira vez te pedi para me falares do nosso primeiro beijo.

2 comentários:

Lúcia disse...

que chegue fevereiro!!!

Marta Santos disse...

Pequenas coisas, pequenos pormenores. Podia ler este texto 1001 vezes e ia continuar a identificar-me com ele.