27.12.14

Já nem me lembro bem como te conheci, quais as primeiras palavras que trocamos, quantos anos fazem esta amizade. Sei que foi aos poucos, nenhuma de nós gosta de entradas de rompante nem que nos quebrem a paz. Olho para trás e não nos vejo o início, olho para a frente e não imagino um fim. Vejo em ti a irmã mais velha, e tu sabes. No meio de tantas pessoas e de tantas dores, tínhamos de nos encontrar, com vidas tão diferentes e dramas tão parecidos. Sabes bem o carinho que te tenho, nunca o escondi. Sem sequer um abraço, sem sequer um beijo, és-me força e eu adoro-te. Acompanhaste todas as minhas pequenas vitórias (e antes estiveste lá para ouvir todas as minhas incertezas) e deixaste-me estar na linha da frente para ver as tuas, e isso eu não tenho como agradecer. Queria estar aí, hoje. Chegar de surpresa e retribuir tudo o que por mim fazes, tudo o que me dás. O que te dou parece sempre pouco se comparado com o que tu me és. Ainda assim quero que saibas que te adoro, que não faz sentido comprar postais iguais sem sequer saber para mais ninguém, que há certas coisas, certos mimos, que só contigo fazem sentido. Tu vales totalmente a pena e desejo-te o melhor do mundo. Parte já tens, agora todos os dias a teu lado. Mas ainda há muito para conquistares, um mundo para descobrires. Quero continuar lá, a teu lado. Parabéns Cláu.

1 comentário:

Cláudia S. Reis disse...

És um mimo de pessoa e o meu porto seguro do outro lado do país. Obrigada por tudo minha pequena e que os próximos anos nos permitam ficar mais próximas!