23.12.14

19 validade

Ontem, já em jeito de balanço e mergulhada no mar de amor que são os últimos dias de dezembro, disse-te: cinco anos, meu deus. E tu perguntaste se alguma vez pensei que fôssemos ser-nos tanto durante tanto tempo. A verdade é que não. Até sermos reais nunca nos coloquei como hipótese. Não de verdade. Talvez por isso, e no espaço de uma semana, te tenha dado a melhor prenda de Natal, um sim. E não houve sequer pergunta, não houve um acordo. Passado um mês disse-te que se calhar aquele tinha sido o primeiro de muitos. E está a ser. Por não nos termos importado no início com a validade é que não nos cansamos ainda desta viagem.

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