30.8.14

27 madrugada

Nunca fui das madrugadas. Não é a minha conselheira, não é a minha companheira de estudo nem me deixa especialmente livre para escrever. Sou das manhãs. Do acordar cedo para fazer coisas úteis. De ouvir os canto dos pássaros e os primeiros carros a arrancar. De ir à padaria e ser a primeira cliente, escolher o pão um a um, de desejar bom dia com um sorriso rasgado e não um boa tarde como primeiras palavras.

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