19.8.14

18 apalavrar 

Nunca fui de deixar as coisas pela metade, nem de planear com medo de me desiludir. Nunca deixei nada apalavrado, nunca prometi mais do que podia dar. Gosto de fazer as coisas no momento, fazê-las por inteiro. Fazer o que me apetece apenas porque é o que mais me apetece fazer naquele momento. Porque me vai fazer bem. Porque o amor pela vida se treina, se pratica, se cultiva. As boas experiências vivem-se, não se prometem. Não se apalavra felicidade como quem assina um contrato promessa de compra. Compra-se, mesmo que não se tenha dinheiro à cabeça. Faz-se empréstimos: eu por ti, tu por mim.

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