22.6.14

20 Vinho

Nunca precisamos de vinho para nos abrir o apetite. Bastavam os olhares, um sussurrar ao ouvido, coisas simples que despoletavam incêndios interiores. Se me perguntarem de que cor é o erotismo não sei dizer. Sinto-te na pele como fogo-de-artifício: explosões de cor e calor, que vão e vêm, ritmadas. Espero-te sempre, és sempre tu a causa das minhas pernas tremerem e me faltar a força. Não bebemos vinho mas, meu amor, estou aqui e bebi um cálice de desejo. Vem, não demores.

5 comentários:

s. disse...

belo. vou roubar, se não te importares :$

Cláudia S. Reis disse...

Com estas palavras ele não vai demorar!

Ana Roma disse...

Uuuh! Gosto!!! ~w_w~

Ana Roma disse...

Uuuh! Gosto!!! ~w_w~

Jessica disse...

Fazes uso de palavras sempre tão faustosas, é magnífico vir ler-te de quando em vez.