18.3.14

Estava já cansada e a música entrava-lhe pelos ouvidos ditando o ritmo dos seus passos. No momento em que se dirigia para casa sentiu a brisa, embateram de frente numa colisão que embora desigual se revelou fatal. Naquele momento ela sentiu algo em si morrer, instantaneamente. O vento sussurrara-lhe algo ao ouvido mas ninguém se apercebera. Naquele dia ela deixou morrer a insegurança. A partir dali não morreu, apenas matou.

1 comentário:

Ísis disse...

Escreves muito, muito bem.