3.2.14

De nada nos valem os rastos que um dia deixamos. Não é por terem existido que continuarão a fazer sentido, não é por terem feito sentido que continuarão a ser o mais certo. Talvez nunca tenham sido o mais certo e é por isso que não se perpetuaram, que não duram, que não os percorremos agora.

2 comentários:

sam disse...

Esses rastos podem fazer sentido para quem ficou para trás.

mariana disse...

Há alturas de encontrar novos caminhos, não é Mariana?:)