6.1.14

São quentes, amor, as palavras que te escrevo, tal como quentes é a volúpia onde não raramente nos encontramos. Em silêncio, com o olhar, adivinho onde nos vês e sinto que sentes que eu te quero sentir, também tu quente, na minha pele. O calor não se vê, mas se tivesse cor não seria amarelo nem laranja, seria verde como os teus olhos ou castanho como os meus. 

1 comentário:

mariana disse...

Tenho sempre a sensação de que transbordas o conhecimento de um mundo tão particular. Sonhos largos esses teus :)