22.10.13

Somos estrelas cadentes que brilham na escuridão, caímos no chão perdidos no escuro da noite e somos, peito com peito, pessoas comuns que se entregam ao mais simples impulso. O mais genuíno é aquele que não se cala, não se corrompe. Dedos entrançados e cabelos transpirados, o auge e o grito silencioso e silenciado para que o céu não trema. Somos estrelas cadentes e estamos sempre brilhando, caindo de novo nas malhas do que mais queremos.

5 comentários:

Emilie Lorena disse...

O bom das estrelas cadentes é que nem todos têm o olhar apurado para as ver. Só os mais atentos vêm a sua beleza. Só quem merece.

Pipa disse...

escreves de uma maneira que me deixa pasmada !

mariana disse...

parece que falas com a voz das estrelas. É por isso que gosto de ti, és sublime.

Maria Inês disse...

Gostei tanto, Mariana :) *

Lúcia disse...

acho que se fossemos constantes, o mundo seria monótono, sem cor