22.7.13

Todos conhecemos as coisas, mesmo sem as vivermos. Temos-lhes a ideia, sabemos-lhe o contorno, imaginamos-lhe o sabor. Não o sentimos mas é como se fosse. Fechando os olhos somos capazes de sentir tudo o que no mundo existe. Mas como é sentir mesmo? Como é saborear mesmo? O que se sente quando a neve nos toca mesmo? O mesmo pode parecer pouco, pequenino, mais uma palavrinha, mas pode fazer toda a diferença. Pode fazer toda a diferença mesmo.

6 comentários:

mai disse...

Como eu concordo contigo ...

mariana disse...

por isso é que eu quero ser sentida depois de imaginada. É assim que se é amado.

Sofia Marques disse...

muito obrigada doce, ainda bem que consegui aquele factor de surpresa :)

Sofia Marques disse...

isso é inevitável.

mai disse...

Depende do tempo de espera, há quem seja mais paciente e não chegue ao desespero :)

Cau disse...

Quando passamos muito tempo a imaginar a concretização torna-se sempre doce. E nesses momentos todo e qualquer movimento se torna grandioso. Tudo deixa marca. É a personificação de sonhos, de desejos!
E é por isso que eu gosto de sentir depois de imaginar. Tornar real o meu pensamento.