23.7.13

Por vezes há dentro de mim um buraco negro. Tudo se enche de antimatéria e o vazio preenche-se apenas com algo que não existe. Ser não sendo é algo que não quero para mim. Ser só vale a pena quando o podemos ser plenamente, quando todos os buracos e falhas são instantaneamente preenchidos com felicidade real. Hoje bastava-me aquele banco à beira-rio e um peito para encostar a cabeça, mas só faz sentido quando és tu a ler-me Porque só tu o conheces. 

1 comentário:

mariana disse...

este texto quebrou-me um bocadinho, mas compreendo tão bem.