2.4.13

Nunca consegui dar nomes aos sentimentos. Para mim não há fronteiras definidas nem muros altos. Por isso, quando me pergunto o que sinto, escrevo longas frases que parecem sem sentido. O que eu sinto é bem mais e maior do que o que se pode extrair dali. Tem um fio condutor, e deve ser esse fio que as pessoas procuram: o essencial apenas. Tudo o resto dispensam. Os pormenores, os detalhes que nos distinguem e nos tornam mais nós. Não sei dar nomes ao que sinto. Mas sei que sinto. Sinto muito.

1 comentário:

mariana disse...

estás a desintegrar-te.isto faz parte.