3.4.13


Leio livros e viajo no meu elefante de estimação para não ver o vazio que em mim transporto. O facto é que ele irá sempre comigo por mais que corra e fuja. Deixei de fugir. Fui procurar a minha catedral. Tentei reencontrar-me. Começo a desintegrar-me e descubro que o elefante já não existe. Agora é uma girafa que me faz viajar. Vazio? Talvez. Vazio de lugares comuns.

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