18.4.13

Aquele vício que alimentas sem te aperceberes. Aquele vício que não mata nem mói, apenas cria e renova. Sem grandes demonstrações convencionais, muitas vezes sem toques. Falando, ouvindo. Olhando. Nunca fomos parte da corrente que nos leva aos lugares comuns. Por vezes basta ser simples e genuíno para ser diferente. Os passeios pela cidade, os nossos lugares de culto que se dividem entre livrarias e bancos de jardim - os nossos. Aquela conversa que ambos ouvimos e pensamos o mesmo. A magia dos olhares com que vemos a alma.

4 comentários:

mariana disse...

hoje tive um momento desses

emma disse...

escreves de uma forma tão pura. é um encanto ler-te!

Joana Barbosa disse...

Este texto.. emocionou-me..

Joana Barbosa disse...

Este texto.. emocionou-me..