10.5.12

Se te escrever sem floreados, entendes-me? Se te escrever com toda a sinceridade, prometes que me lês até ao fim? Tens coragem para enfrentar a realidade sem qualquer filtro cor-de-rosa que amanse a  dureza da vida? És capaz de absorver tudo o que a vida tem de bom, para compensar os momentos vazios e ingratos que ela reservará para ti a seguir? Não tens medo que o que julgas eterno se revele efémero? E não tens medo que os desafios que aceitas por te parecerem efémeros, se tornem a constante da tua vida? A tua resposta a todas as perguntas é sim? Então é claro que és tu a minha fonte de amor, o único ser digno de mim.

2 comentários:

m. disse...

"o único ser digno de mim", perfeito!
não sei se viste o meu outro comentário, mas eu não te consigo seguir.

Rita disse...

Todos devíamos pensar daquela forma