18.4.12

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Trova do vento que passa - Manuel Alegre

1 comentário:

Sofia Carvalho disse...

Não me recordo de alguma vez ter lido este poema mas se o li não foi a altura certa. Hoje sim foi o momento exacto. :)

Beijinhos